Posts Tagged ‘concentração’

A seguir, texto do poster da Organização Política Anarquista, chamando para uma concentração contra a barbárie do Estado do México, em resposta aos assassinatos de doze lutadores e a repressão brutal dos protestos de professores, estudantes e solidários com a sua luta.

“O Estado do México assassina”

Durante uma grande greve contra a reforma educacional, doze professores grevistas e solidários foram assassinados pela polícia em barricadas da comunidade Nochixtlán e em outras regiões de Oaxaca. Há ainda centenas de feridos, presos e desaparecidos.

Concentração – Intervenção: Sábado, 2 de Julho de 2016, na embaixada do México (praça Kolonakiou), a partir das 19 horas.

Solidariedade aos insurgentes de Oaxaca, aos grevistas da Coordenadoria Nacional de Trabalhadores da Educação (CNTE), aos estudantes ativistas, aos povos indígenas e a todos que resistem à barbárie estatal e capitalista.

Coordenação regional de Atenas da Organização Política Anarquista – Federação de coletividades

O texto em castelhano.

Dez presas no centro de detenção de Eliniko, em Atenas, estão em greve de fome desde 13 de abril. A greve de fome foi iniciada por 47 mulheres imigrantes. Desde o início da greve de fome, guardas prisionais, obviamente, cumprindo as ordens de seus superiores, proibiram que as mesmas saíssem ao pátio do centro de detenção.

No texto que tornou público o início da greve de fome elas disseram: “Somos as mulheres do centro de detenção de Eliniko. Escrevemos isso para vocês para que saibam como estamos cansadas e tristes. Somos 47 mulheres que começamos a greve de fome e não queremos comer, porque não sabemos o que pode nos acontecer. Algumas de nós estão aqui há um ano, outras onze meses, outras sete, seis, cinco, quatro, etc. A maioria de nós já passou muitos anos vivendo aqui, no país, e lá fora estão nos esperando os nossos empregos, nossos maridos e filhos. Portanto, rogamos por nossa liberdade. Se houver qualquer coisa que você, humano, possa fazer para nos ajudar a libertar-nos, seremos muito felizes. Obrigado”.

No sábado, 16 de abril, aconteceu uma marcha ao centro de detenção de Eliniko, em solidariedade com as prisioneiras (fotos). Na marcha participaram cerca de 300 pessoas, membros de várias coletividades e pessoas solidárias que não pertencem a nenhuma coletividade. Os manifestantes gritaram palavras de ordem, distribuíram e jogaram panfletos nas ruas dos bairros ao sul de Atenas, por onde passou a marcha. Quando a marcha chegou no lado de fora do centro de detenção, as vozes dos manifestantes se juntaram com as das prisioneiras que estavam gritando slogans por sua liberdade. Quatro das manifestantes entraram no centro de detenção e falaram com as presas lutadoras. Read the rest of this entry »

Neste post publicamos o texto (sem as palavras de ordem no final do texto) da chamada para uma marcha ao centro de detenção de imigrantes de Eliniko (bairro de Atenas).

Em meados de março de 2016, no centro de detenção Eliniko, Atenas, R. D., uma imigrante do Irã, estava sangrando. Ela procurou ajuda médica com os guardas, deixando que soubessem da sua situação, mas eles duvidaram tanto da sua gravidez como do estado grave de hemorragia. Quando, finalmente, ela foi levada ao hospital, o médico que a assistiu percebeu que havia perdido a criança e que deveria ter sido transferida antes ao hospital. Além de sua liberdade, com uma decisão tomada pela polícia, R. D. foi privada do direito de estar grávida, do direito a autogestão do seu corpo.

O buraco negro dos centros de detenção de Eliniko tem uma longa história de incidentes semelhantes. Em julho de 2011 nestes centros de detenção morreu “em circunstâncias indeterminadas” Jan Baber, com 27 anos, embora se soubesse que ele estava doente e precisava de cuidados médicos. Incidentes semelhantes ocorreram e continuam a ocorrer em todos os centros de detenção. Tudo isso é a culminação da vida insuportável dos e das imigrantes nos centros de detenção, sendo forçados a viver em celas imundas, a comer uma refeição horrorosa, sem aquecimento e água quente, sem contato com o mundo exterior e apoio psicológico. Read the rest of this entry »

Atenas, 23 de março: Concentração em solidariedade com os três acusados ​​de participar na concentração obreiraEm 28 de dezembro de 2014, dia de greve no setor do livro, a Polícia reprimiu uma concentração de grevistas e solidários, reunidos em frente à livraria Ianos, no centro de Atenas, retendo preventivamente quatro pessoas. Os manifestantes estavam protestando contra a abolição do domingo como dia festivo, e especificamente contra a celebração de um evento dentro desta livraria. O evento foi organizado pela livraria em conjunto com a estação de rádio “105,5 fm”, ligada ao partido esquerdista Syriza, cujos encarregados sabiam muito bem que a patronal desta livraria havia violado repetidamente os direitos laborais dos trabalhadores.

Após estes incidentes os manifestantes marcharam para a delegacia da Acrópole, onde os detidos tinham sido conduzidos. Na concentração realizada em frente à delegacia a Polícia reprimiu os manifestantes, realizando mais detenções. No total, três pessoas foram detidas. Poucos dias depois, mais manifestações foram realizadas em solidariedade com os acusados, e contra a repressão e a criminalização das lutas dos trabalhadores e da ação sindical.

Segue o cartaz da Coordenação de ação contra a abolição do domingo como dia festivo e contra os horários “flexibilizados”, chamando para uma concentração do lado de fora dos tribunais de Atenas, em 23 de março de 2016, dia do julgamento dos acusados.

Contra a repressão, a criminalização das lutas dos trabalhadores, a arbitrariedade da patronal e o terrorismo de Estado, contestamos continuando lutando e defendendo o domingo como dia festivo, os interesses e as conquistas dos trabalhadores. Read the rest of this entry »

Chamado da Assembleia da praça da Victoria para uma concentração antifascista na sexta-feira, 6 de novembro de 2015, por causa da realização de uma concentração fascista no mesmo lugar e na mesma hora.

Esta sexta-feira pela tarde o pequeno núcleo ultradireitista da praça da Victoria e de suas proximidades tentará de novo realizar uma concentração na praça. Desta vez, a bestialidade tem rasgos e ambições políticas: As propostas “contra a colonização de Atenas” e “contra os acampamentos (para refugiados e imigrantes) em Atenas” não são simplesmente estúpidas. Estão tratando de restabelecer a agenda ultradireitista/fascista em um marco mais amplo, de montar barricadas frente à solidariedade social, e de preparar um futuro que será uma réplica do passado mais obscuro.

Dá-se como certo que desta vez não veremos a este circo ambulante de umas poucas dezenas de pessoas idosas gritando “somos vizinhos”. Sabemos que desta vez fizeram um chamado mais amplo aos habitantes de bairros vizinhos, e que tratarão de consolidar sua presença na praça da Victoria e nas zonas próximas. Nunca subestimaremos a estupidez fascista (é invencível, inclusive quando tem acumulado só derrotas), mas é divertido que os fascistas pensem que este bairro esteja com medo e que vão alcançar algo. Equivocaram-se de lugar! Read the rest of this entry »

Chamado da Coordenação antifascista de Réthymno para uma marcha antifascista dois anos depois do assassinato do antifascista Pavlos Fyssas por um batalhão de assalto da gangue fascista Aurora Dourada.

O texto do cartaz:

Dia de memória, dois anos depois do assassinato de Pavlos Fyssas

Dia de luta contra a barbárie

Sexta-feira, 18 de setembro, às 18h30. Concentração na praça da prefeitura de Réthymno

Apoiamos a iniciativa da Federação de Professores do Secundário de Réthymno de coletar alimentos e artigos de primeira necessidade para os refugiados

Coordenação antifascista de Réthymno

O texto do chamado:

Passaram dois anos do assassinato do trabalhador antifascista Pavlos Fyssas por um fascista. Cinco meses da morte de quatro trabalhadores na companhia petrolífera Petróleo Grego por um industrial. Dois meses depois do assassinato de uma camareira pelo dono de um grande hotel. Poucos dias, umas horas do assassinato de milhares de refugiados por causa das opções belicosas dos Estados para proteger o Capital e os ricos de cada país. Read the rest of this entry »

Chamada da Assembleia de anarquistas pela emancipação social e de classe para uma concentração contra o terceiro memorando, na quarta-feira, 22 de julho, na praça maior de Atenas.

Contra cada acordo de submissão e indigência

“A ascensão do partido Syriza (Coalizão da Esquerda Radical) ao Poder depois das eleições de janeiro de 2015, foi baseada em grande parte na manipulação e assimilação de uma série de lutas que a precederam, no uso da repressão que estas lutas receberam e no cultivo do derrotismo e da passividade dentro dos estratos sociais lutadores, assim que o descontentamento e a raiva foram canalizadas na opção inofensiva das urnas. Simultaneamente com a tentativa de alcançar o maior consenso possível – que em grande parte conseguiu com o comércio de esperança e promessas de melhores condições de vida, sempre, é claro, em termos de delegação – obteve o apoio de uma parte do Capital local, dando garantias adequadas. Portanto, o principal objetivo do novo governo era restaurar a imagem e o prestígio das instituições e do sistema de Poder socialmente obsoleto, assim como eliminar as resistências sociais e de classe, através do tríptico da unidade nacional, a colaboração de classes e a paz social, se esforçando para manter o máximo de consenso nos seus planejamentos”.

Apenas seis meses depois das declarações da coalizão governamental dos partidos Coalizão da Esquerda Radical (Syriza) e Gregos independentes (Anel) sobre o fim dos memorandos, procede-se a assinatura de um terceiro memorando, o que agravaria as condições de exploração e opressão, e contribuiria para a continuação do empobrecimento e a indigência da sociedade. Read the rest of this entry »

Chamamento do coletivo “Organização de antifascismo combativo” a uma manifestação contra a concentração convocada pelos lacaios do neoliberalismo, na quinta-feira, 9 de julho, na praça maior de Atenas.

Autodefesa, castigo, contra-ataque à sabotagem da classe burguesa e de seus lacaios.

As ameaças dos neoliberais continuam. Apesar da derrota esmagadora do terrorismo e dos lockout no referendo, os neoliberais chamam de novo a uma concentração na praça Síntagma na próxima quinta-feira, 9 de julho. As ameaças dos deputados direitistas Bakoyianni e Meimarakis nos dias anteriores deram motivo aos demais neoliberais para mobilizar-se e pôr a lista ainda mais alto, falando de execuções. Uma vez mais, no entanto, as ameaças não ficarão sem resposta.

A praça da Constituição (Síntagma) não lhes pertence, pertence ao movimento popular que durante muitos anos nesta praça esteve lutando contra os memorandos e nesta praça celebrou a vitória do “não” de caráter classista no último referendo. Não vamos deixar que o terrorismo burguês passe e esmague nossa vida e a sociedade. Daremos-lhes a resposta que lhes corresponde aos lacaios da burguesia, aos servos dos donos dos canais televisivos e aos esbirros dos patrões. Read the rest of this entry »

No domingo 3 de maio, dia de greve no setor do comércio, a “Coordenadora de ação contra a abolição do domingo como dia festivo”, a “Associação Sindical de Trabalhadores em Livrarias, Papelarias e Editoras da província de Ática”, a iniciativa “Trabalhadores no setor do comércio” e vários sindicatos, realizaram uma série de mobilizações em Atenas e em outras cidades do território do Estado grego.

Em Atenas realizaram-se de início bloqueios de lojas departamentais na rua de pedestre mais comercial do centro da cidade. Logo os bloqueios se estenderam a várias lojas, grandes e pequenas. Entre as lojas que foram bloqueadas mencionamos a loja da Public na praça maior, e a da Wind, situada a pouca distância da praça.

No comunicado que emitiu a Coordenadora é citado que a atitude de muitos dos trabalhadores foi positiva. Em várias ocasiões os grevistas entabularam conversa com os trabalhadores que haviam sido avisados por sua patronal que se não trabalhassem seriam despedidos. Alguns deles saíram fora das lojas, solidarizando-se com os manifestantes.

Também, em vários bloqueios de lojas os manifestantes tiveram a oportunidade de falar com as pessoas que haviam chegado ao centro para dar um passeio. Em alguns casos a atitude das pessoas foi positiva. Em outros casos foi hostil para com os grevistas. Read the rest of this entry »

Chamado da Coordenadora de ação contra a abolição do domingo como dia festivo para uma manifestação contra a abolição do domingo como dia festivo, no domingo, 3 de maio, dia de greve no setor do comércio.

Domingo, 3 de maio de 2015: Greve no setor do comércio

Não trabalhamos, não compramos. Concentração da greve: 10h30, na esquina das ruas Ermú e Kornaru.

Nossa luta justa e persistente contra a abolição do domingo como dia festivo continua. Tal como a nossa luta para defender os nossos interesses e direitos trabalhistas, de nossa vida e dignidade! Isto se deve ao fato de que o governo, apesar de suas promessas eleitorais e das “declarações de apoio” para essa luta, que estamos levando até hoje (com batalhas e não com palavras), e apesar das declarações programáticas supostamente “claras” sobre a recuperação do domingo como dia festivo, todavia ainda não aboliu a relativa lei (que permite que as lojas estejam abertas oito domingos por ano), na verdade servindo aos interesses da patronal.

No entanto, os trabalhadores e os lutadores mantêm uma atitude de classe clara e agressiva, contra as demandas da patronal e as planificações do Estado e do governo: Os interesses comerciais por último! Nenhum domingo com as lojas abertas! Read the rest of this entry »

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