Posts Tagged ‘ataque’

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Nesta sexta-feira, 31 de março de 2017, um grupo de mais de vinte pessoas realizou um ataque a uma das duas sedes centrais do partido neonazista Aurora Dourada, localizada perto do centro de Atenas. O ataque foi levada a cabo às 9h30 e durou alguns minutos. As pessoas que tomaram parte no ataque estilhaçaram as vitrines da livraria de publicações fascistas da gangue criminal que se encontra no piso térreo do edifício onde fica os escritórios do Aurora Dourada. Na sequência, eles jogaram tinta e danificaram o exterior e interior do piso térreo (fotos). No vídeo é possível ver um momento do ataque.

O texto em castelhano.

Segue o comunicado do grupo anarquista que há alguns dias realizou um eficaz ataque ao local “secreto” do grupo fascista Propatria.

Muitos anos atrás os lemas antifascistas diziam: “o fascismo histórico morreu, mas o cotidiano vive”. Era uma constatação concreta para a época e também uma estratégia contra a fascistização social. As sociedades europeias iam se convertendo em “paraísos capitalistas” e os países que recebiam imigrantes da Europa oriental derrotada, apareciam os primeiros sintomas generalizados de racismo social, juntamente com o racismo estatal-institucional e a retórica dos meios desinformativos de massa.

Na Grécia os neonazistas eram um punhado de empregados dos aparatos repressivos (geralmente todos eram parentes dos guardas civis, colaboradores dos nazis na segunda guerra mundial e na guerra civil e que tiveram um papel importante no pós-guerra), sem perspectivas organizativas ou políticas e sem nenhuma base social, exceto pela extrema direita, a qual, na época, estava bastante limitada. Read the rest of this entry »

Em 20 de novembro a Rede Antifascista Combativa de Quios realizou um ataque contra a sede do partido fascista Aurora Dourada na ilha de Quios. A seguir, o breve comunicado emitido pela Rede sobre a ação.

Em 20 de novembro de 2016, às 3h30 da madrugada de domingo, arrombamos a porta da sede do Aurora Dourada na ilha de Quios, e destruímos o que encontramos em seu interior: Documentos e material político, enquanto recolhemos informações sobre todos os fascistas da ilha. Além disso, deixamos claro que, infelizmente, não encontramos e não levamos nem um único euro, como foi dito.

Chamamos a todos os refugiados e nativos oprimidos a assumir a responsabilidade política e histórica que lhe corresponde, e a atacar os fascistas, qualquer que seja o manto sob o qual se apresentam para a sociedade.

Nós continuaremos até a completa eliminação da mínima ameaça fascista em todos os cantos da Grécia. Read the rest of this entry »

Desde os princípios do verão de 2006, devido ao julgamento dos assassinos paraestatais do Aurora Dourada no Tribunal de Primeira Instância, bairro das velhas casas de refugiados da Ásia Menor está em um contínuo estado de sítio, no qual os que vivem no bairro ou em suas imediações foram atingidos pelo Estado, pelos aparatos repressivos e pelos fascistas. A decisão dos juízes de não aceitar o caráter político do julgamento foi o que permitiu que tal situação se perpetuasse, jogando com o equilíbrio do Poder expressado, por um lado, com o isolamento dos antifascistas e da okupa, e por outro lado com a intensificação da repressão e do respaldo aos fascistas.

Insta sublinhar uma vez mais, que no bairro das velhas casas dos refugiados (gregos da Ásia Menor) vivem umas 500 pessoas, okupantes ou não, entre dois hospitais, de todas as nacionalidades, religiões, culturas: Idosos, crianças, pacientes, imigrantes e refugiados. O intento continuado do Estado e do Mercado em esvaziar, ilhar, reprimir e saquear este bairro está relacionado a transferência (das casas) para a periferia de Ática no verão passado, e também com o julgamento do Aurora Dourada no Tribunal de Primeira Instância, e em geral com as políticas das autoridades institucionais.

Durante o último período, desde os princípios do verão até a última sessão do julgamento (30 de setembro de 2016), o Estado e os fascistas trataram de impor sua presença no bairro. Seu plano original era de que os fascistas estivessem (permanecessem) juntos aos policiais, diante da entrada principal dos tribunais, que as organizações antifascistas estivessem isoladas em uma rua lateral, e que os policiais vestidos em trajes civis e as chamadas forças antidistúrbios fossem os “protetores” de um bairro cujos habitantes estaria metidos em seus orifícios como ratos. Read the rest of this entry »

Novo ataque coordenado da Polícia e fascistas contra okupa no centro de AtenasNovo ataque coordenado da Polícia e fascistas contra okupa no centro de AtenasNovo ataque coordenado da Polícia e fascistas contra okupa no centro de AtenasNovo ataque coordenado da Polícia e fascistas contra okupa no centro de AtenasNovo ataque coordenado da Polícia e fascistas contra okupa no centro de AtenasNovo ataque coordenado da Polícia e fascistas contra okupa no centro de AtenasNovo ataque coordenado da Polícia e fascistas contra okupa no centro de AtenasNovo ataque coordenado da Polícia e fascistas contra okupa no centro de AtenasNovo ataque coordenado da Polícia e fascistas contra okupa no centro de AtenasNovo ataque coordenado da Polícia e fascistas contra okupa no centro de AtenasNovo ataque coordenado da Polícia e fascistas contra okupa no centro de Atenas
Na segunda-feira, 31 de outubro de 2016, policiais e fascistas operaram em conjunto uma vez mais, realizando um ataque coordenado contra a okupa das velhas moradias dos refugiados gregos que vieram da Ásia Menor em 1922. O ataque foi realizado ao mesmo tempo que fora dos tribunais (situados a pouquíssima distância da okupa) estava se realizando uma concentração antifascista.

A okupa se encontra muito próxima da Direção Geral da Polícia de Atenas e dos tribunais nos quais se realizaria o julgamento de vários membros e altos executivos do partido neonazi Aurora Dourada. Muito cedo pela manhã vários solidários com a okupa e habitantes do bairro haviam se dirigido às velhas moradias dos refugiados gregos da Ásia Menor para participar, junto com os membros da okupa, na salvaguarda e defesa da okupa de uma potencial agressão fascista.

A primeira fase do ataque foi realizada pelos policiais uniformizados. O ataque foi respondido pelos defensores da okupa, que em várias ocasiões conseguiram repelir os policiais, atirando pedras e levantando barricadas (vídeo). Durante a operação policial duas pessoas foram detidas, acusadas de cinco crimes, enquanto várias pessoas, a maioria moradoras do bairro e transeuntes, foram retidas preventivamente. Os policiais também sofreram baixas. Além dos feridos durante a operação, um à paisana levou uma surra, e sua moto foi quebrada. Read the rest of this entry »

Na madrugada do dia 16 de setembro foi realizado um ataque incendiário criminoso contra o centro social autogestionário Pasamontaña, localizado no bairro de Koridalos, nos arredores de Atenas. O fogo causou danos apenas na parte exterior do edifício, sem atingir a parte de dentro.

Em um curto comunicado divulgado pelo centro social depois do ataque, foi colocado que seus autores eram, obviamente, neonazistas, uma vez que o ataque ocorreu dois dias antes do terceiro aniversário do assassinato de Pavlos Fyssas por um batalhão de assalto da quadrilha criminosa neonazista Aurora Dourada. No mesmo comunicado foi citado que tais ataques covardes não podem diminuir o apoio do centro social auto-organizado pelo bairro, nem podem interromper o funcionamento e a ação dos projetos auto-organizados.

O centro social autogestionário Pasamontaña participou das manifestações antifascistas de 17 e 18 de setembro, que se realizaram no bairro onde há três anos os neonazistas assassinaram o antifascista Pavlos Fyssas, bem perto do Pasamontaña.

O texto em castelhano.

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Poucos dias atrás, em Atenas, no bairro de Aguios Panteleimonas (San Pantaleón), um grupo de antifascistas fez uma “visita” na sede de um novo partido fascista, cujas siglas são L.E.P.EN. (uma alusão ao partido fascista francês). Os membros deste partido são várias escórias da extrema-direita, incluindo vários ex-deputados e membros da gangue neonazi Aurora Dourada. O pequeno grupo tinha anunciado que iria realizar a cerimônia de abertura da sua sede em 18 de setembro, dia do terceiro aniversário do assassinato do antifascista Pavlos Fyssas por um batalhão de assalto neonazi. No vídeo que publicamos aqui você pode ver uma parte desta “visita”.

O texto em castelhano.

Alguns dias atrás, a okupa de abrigo para imigrantes da rua Notará, 26 (Exarchia, Atenas), recebeu um ataque incendiário criminoso. A seguir, o comunicado emitido pela assembleia aberta da okupa por ocasião do ataque.

Na quarta-feira, 24 de agosto, às 3h45, a okupa de abrigo para imigrantes da rua Notará, 26, recebeu um ataque incendiário criminoso. Para nós, a maneira de como os incendiadores agiram foi um claro ataque assassino, planejado para causar mortes, além de danos materiais graves. Esta ação covarde foi realizada em agosto pelos incendiadores por pensarem que os reflexos do movimento de solidariedade seriam baixos. No entanto, em vão…

Depois do ataque com coquetéis molotov e bombas incendiárias, o grupo de vigilância (salvaguarda) dos imigrantes e os solidários agiram imediatamente, usando os extintores da okupa. As mais de 130 vidas que corriam um sério perigo foram salvas exclusivamente pela reação imediata de todos os residentes, dos solidários, dos vizinhos e dos bombeiros, embora em seu comunicado de imprensa a okupa é citada como armazém, insinuando que não havia pessoas dentro.

Este episódio faz parte de uma série de ataques contra as okupas dos e das imigrantes, contra os refugiados e os centros sociais livres. Estes ataques foram feitos em conjunto pelo Estado e os aparatos paraestatais. Nesta colaboração o primeiro atua “legalmente” (como no caso das três okupas desalojadas em Tessalônica) e o segundo com práticas já bem conhecidas da máfia (como nos casos de várias okupas em Atenas), colocando na mira o movimento de solidariedade. Read the rest of this entry »

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Soli Café é um projeto coletivo auto-organizado alojado em uma okupa de uma casa na cidade de Quios. Ele foi criado no início de janeiro 2016 para apoiar e se solidarizar com os refugiados e os imigrantes que chegam na ilha, e, especialmente, para oferecer-lhes um lugar onde eles possam auto-organizar suas vidas. Ontem recebeu um ataque incendiário criminoso, após uma concentração fascista realizada na capital da ilha. Segue o comunicado da okupa, emitido algumas horas após o ataque. Read the rest of this entry »

Segue o texto publicado pelos autores do ataque feito uns dias atrás contra uma das sedes da Rede de Transporte Público de Atenas. Como citado no texto “a ação se focou no escritório de arrecadação de multas”.

No dia 15 de fevereiro de 2016 um grupo de companheiros e companheiras atacou o edifício principal da rede de transportes públicos, no centro de Atenas. Focamos a nossa ação no escritório de arrecadação de multas, destruindo equipamentos eletrônicos, arquivos e levando os arquivos de multas. Nós não deixamos de destruir o escritório do diretor da empresa, que é a pessoa que com sua assinatura ratifica as multas.

A realidade urbana impõe o deslocamento por toda a cidade para ir ao trabalho, faculdade, escola, ou para socializar. O transporte é o que chamamos de “gastos inelástico”. Não se pode viver em uma cidade de ao menos cinco milhões de pessoas e de umas centenas de quilômetros quadrados sem este gasto. Portanto, cada euro gasto em transportes é dinheiro deduzido dos nossos salários já recortados, e que se junta ao custo de vida sufocante. Read the rest of this entry »

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