Informação sobre a manifestação antifascista de 18 de setembro em PatrasInformação sobre a manifestação antifascista de 18 de setembro em PatrasInformação sobre a manifestação antifascista de 18 de setembro em Patras
Nos dias 16 e 18 de setembro, quatro anos depois do assassinato do músico antifascista Pavlos Fyssas por neonazistas, manifestações antifascistas ocorreram em várias cidades do território do Estado grego. A seguir, o boletim informativo do grupo anarquista de Patras Dissinios Ippos (Cavalo Indomável) sobre a manifestação realizada nesta cidade.

Na segunda-feira, 18 de setembro de 2017, uma manifestação antifascista ocorreu em Patras quatro anos depois do assassinato de Pavlos Fyssas pelos batalhões de assalto do Aurora Dourada. Durante a manifestação realizada na praça principal da cidade, no teatro municipal Apollo foi desfraldada uma faixa que dizia: “Pavlos está vivo. Esmague os nazis. Capital e Estado engendram o fascismo”.

A manifestação foi sucedida por uma marcha pelas ruas do centro da cidade de Patras, na qual muitas pessoas participaram. No bloco anarquista, formado pelo grupo anarquista Dissinios Ippos (Cavalo Indomável) após várias convocatórias (chamados) da Organização Política Anarquista, participaram aproximadamente 80 pessoas. A faixa principal dizia: “Da Europa à América… esmagar o Estado, o Capital e os fascistas”. No geral, a manifestação foi combativa, especialmente quando a marcha passou muito perto dos escritórios do Aurora Dourada, que estavam protegidos por numerosas forças policiais.

Antifascistas e anarquistas lutam contra o fascismo em toda a Terra: Desde as concentrações em Oreokastro e os confrontos nos tribunais de Atenas com os batalhões de assalto fascistas, até às ruas de Sofia, Boston e Charlottesville, milhares de pessoas confrontam os fascistas, anulando suas concentrações e enfrentando a repressão estatal, o Estado e o capitalismo.

Não esquecemos o assassinato de Pavlos Fyssas, em 18 de setembro de 2013, no bairro do Pireo Keratsini. Não esquecemos o assassinato de Shehzad Luqman no bairro de Petrona, em Atenas. Não esquecemos o recente assassinato de Heather Heyer em Charlottesville, nos EUA. Não esquecemos a cruel surra dos pescadores egípcios no bairro Pérama, em Pireus, e as centenas de acusações assassinas contra refugiados e imigrantes, que são realizadas com apoio ou presença da Polícia. Não esquecemos as dezenas de ataques covardes contra okupas, centros sociais ocupados e espaços de bairros, contra ativistas anarquistas, esquerdistas e antifascistas.

O fascismo é esmagado na rua pelas pessoas que lutam.

Tradução: Agência de Notícias Anarquistas.

O texto em gregocastelhano.

Leave a Reply

*

Arquivo