Consecutivas investidas policiais contra manifestantes antifascistas, paralelas à realização de concentração e passeata por neonazistasConsecutivas investidas policiais contra manifestantes antifascistas, paralelas à realização de concentração e passeata por neonazistasConsecutivas investidas policiais contra manifestantes antifascistas, paralelas à realização de concentração e passeata por neonazistasConsecutivas investidas policiais contra manifestantes antifascistas, paralelas à realização de concentração e passeata por neonazistasConsecutivas investidas policiais contra manifestantes antifascistas, paralelas à realização de concentração e passeata por neonazistasConsecutivas investidas policiais contra manifestantes antifascistas, paralelas à realização de concentração e passeata por neonazistas
Sábado, 1 de fevereiro de 2014: A Polícia investiu várias vezes contra manifestantes antifascistas, ao mesmo tempo em que neonazistas realizavam uma concentração e uma passeata por parte do centro de Atenas sem ser perturbados. Tudo isso dois dias após a proibição das passeatas pela Polícia.

A brutal repressão policial marcou as manifestações antifascistas no sábado, 1 de fevereiro de 2014, convocadas no centro de Atenas em resposta à realização de uma concentração fascista. A repressão havia sido preanunciada dois dias antes, quando a Direção Geral da Polícia de Atenas proibiu todas as passeatas pelo centro da cidade para esta data. Todas, exceto as dos fascistas, como foi demonstrado…

Na praça maior de Syntagma (Constituição) a Polícia arremeteu sem nenhuma razão contra os manifestantes.  Pensando bem, sim, havia uma razão. A concentração dos fascistas estava acabando e a Polícia teve que “limpar” o terreno, de modo que os participantes nela pudessem retornar a seus buracos sem cruzar com manifestantes antifascistas.

Durante o ataque, um dos manifestantes foi brutalmente espancado pelos policiais e ficou gravemente ferido. Os policiais o algemaram mas, ao ser deitado no chão, observaram que ele não se mexia –  e o deixaram ali sangrando… O lesionado é um antifascista curdo. Ele foi levado a um hospital, onde foi detido pela Polícia. No total, houve 15 pessoas presas. Uma delas é acusada de delitos maiores, por usar uma camiseta no rosto na manifestação.

Depois da ofensiva policial, os manifestantes antifascistas se dispersaram e a maioria deles foi para o bairro vizinho de Monastiraki. Mais uma vez a Polícia arremeteu contra eles, perseguindo-os pelas ruas e não hesitando em entrar na estação de metrô local para deter alguns. Dentro da estação eclodiram confrontos, os quais se arrastaram até os trilhos.

E, ao mesmo tempo, os neonazistas realizaram uma concentração e uma curta marcha pelo centro da cidade, apesar da proibição das marchas pela Polícia…

O texto em castelhano aquí.

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