Agressão fascista no local do assassinato de Pavlos Fyssas. Reação antifascista imediataAgressão fascista no local do assassinato de Pavlos Fyssas. Reação antifascista imediataAgressão fascista no local do assassinato de Pavlos Fyssas. Reação antifascista imediataAgressão fascista no local do assassinato de Pavlos Fyssas. Reação antifascista imediataAgressão fascista no local do assassinato de Pavlos Fyssas. Reação antifascista imediata
Um pouco antes do meio dia de sábado, 25 de janeiro de 2014, um grupo de aproximadamente oitenta neonazis chegou ao local do assassinato do rapper Pavlos Fyssas, antifascista morto por um batalhão de assalto neonazi em 18 de setembro de 2013. Os neonazis paraestatais iniciaram uma série de agressões sob a custódia e a vigilância discreta da Polícia, que se limitou  tão somente a vigiá-los ao realizar suas atrocidades – inclusive quando chegaram a profanar o monumento a Pavlos Fysas e atacaram com pedras e ladrilhos a um local anarquista.

Os nazi antropoides pintaram vários lemas fascistas, tiraram a bandeira antifascista que estava pendurada no lugar do assassinato, destruíram o pequeno monumento em homenagem a Pavlos Fyssas; em sequência atacaram o local anarquista Resalto, situado a pouca distância deste lugar. As quinze pessoas que naquele momento se encontravam no interior do local conseguiram repelir os fascistas, que se retiraram deixando atrás deles as marcas de sua presença.

Durante esta nova agressão provocativa, os fascistas estiveram em formação militar e desfilando a passo de ganso, levando escudos, capacetes e alavancas de metal, gritando lemas e provocando, insultando e ameaçando a muitos dos habitantes do bairro. E tudo isto sob a custódia da Polícia… Não é a primeira vez que os nazis gozam do respaldo ou da proteção da Polícia em suas agressões e demais operações. Já é bem conhecida a interelação entre as bandas fascistas e a Polícia grega.

Quase duas horas depois desta provocação fascista, o local anarquista Resalto chamou uma manifestação e passeata pelas ruas de Keratsini. Efetivamente, desde as 14h umas 400 pessoas começaram a marchar pelas ruas do bairro, juntando-se a uma manifestação antifascista convocada pela esquerda extraparlamentaria. Se apagaram os lemas pichados pelos neonazis, e se picharam lemas contra o fascismo e, ao chegar a passeata no local do assassinato de Pavlos Fyssas, se ergueu outra bandeira.

Às 18h (28 de janeiro de 2014) se realizou no centro de Atenas uma assembleia, com o fim de debater sobre as ações que podem ser tomadas contra os fascistas e suas continuas provocações.

Mais fotos da manifestação antifascista: 1, 2.

O texto em espanhol, inglês.

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